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domingo, 5 de janeiro de 2014

Facebook é processado por suspeita de monitorar mensagens privadas

O Facebook está sendo enfrentando nos Estados Unidos por uma ação coletiva devido a acusações de que monitora as mensagens particulares dos usuários.

A ação, impetrada em um tribunal do norte do Estado americano da Califórnia (costa oeste do país), alega que, quando os usuários da rede social compartilham um link para outro site por meio de mensagem privada, o Facebook examina a mensagem para fazer um perfil da atividade do usuário na web.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Banditismo comunista: "Famintos" que usam Facebook?


O Brasil caminha para a destruição...
Comentei aqui sobre os vagabundos comunistas (com o perdão do pleonasmo) que invadiram um hipermercado em Belo Horizonte “exigindo” 300 cestas básicas. Lamento que a direção do mercado tenha cedido e dado metade do que “demandavam” os criminosos invasores.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Vigilância extrema: Facebook tem ACESSO ao que você escreve mas desiste de postar


O Big Brother, retratado no livro "1984" de George Orwell, estaria muito orgulhoso de Mark...

O Facebook não está interessado apenas nas coisas que você posta; fotos, mensagens, comentários, vídeos, check-ins… tudo isso junto ainda não é o suficiente. A empresa quer saber também o que você não postou no site.

Um longo artigo escrito pela jornalista Jennifer Golbeck para a revista Slate analisa os motivos pelos quais o Facebook se importa com isso. Ela diz que a rede social fica sabendo sempre que alguém escreve algo mas desiste de publicar, e que isso é usado para entender melhor cada um dos usuários.



O Facebook consegue fazer isso graças ao navegador, que repassa as informações à rede. A atitude é bem semelhante à que o Google adotou com o Gmail, que salva os e-mails escritos mas não enviados - se seu navegador fechar inesperadamente, a mensagem estará salva.

O ato de escrever e não postar é chamado pela empresa de "auto-censura", assunto abordado recentemente em um estudo com 5 milhões de usuários e conduzido por dois funcionários do Facebook.

Eles explicam que por enquanto o site sempre sabe se alguém desistiu da postagem, mas não o que foi digitado. As políticas de privacidade do Facebook permitem esse tipo de coleta, pois um representante consultado pela Slate disse que mesmo o conteúdo não postado é visto como interação, mesmo que o internauta não tenha compartilhado com ninguém.

O Facebook justifica que é preciso entender por que houve desistência, afinal, o site vive de publicidade baseada no que as pessoas postam. A rede, dizem, "perde valor com a falta de geração de conteúdo".