sexta-feira, 30 de maio de 2014

A Islamização do Brasil: Mais uma tentativa de obrigar o ensino do islamismo nas escolas, desta vez no Rio de Janeiro


As coisas estão acontecendo muito rápido!

A nova ordem mundial islâmica-comunista está invadindo o Brasil!

Se você puder comparecer a esta “audiência pública” sobre o ensino religioso nas rede de educação pública, na Assembléia Legislativado Estado do Rio, por favor o faça. Precisamos defender o ensino laico! A escola não é lugar para propaganda religiosa! Faça ouvir a sua voz!
A audiência acontece amanhã, dia 30 de maio de 2014, 14 horas, na sala 316 do Palácio Tiradentes (ALERJ).

Interessante que esta “audiência pública” tenha vindo à tona na mesma semana que eu escreví sobre a obrigatoriedade do ensino do islamismo na rede primária e fundamental de ensino. Na verdade, de público não existe nada porque para descobri-la foi preciso cavar fundo. Parece mais uma “audiência secreta”, aberta apenas para alguns grupos de interesses.

Então, o que diz a chamada?
Em parceria com o Grupo de Pesquisa Ilé Obà Oyò, da UERJ, o ISER (Instituto de Estudos da Religião) e o Olé (Observatório da Laicidade na Educação), a Comissão de Combate e Discriminação de Raça, Cor, Etnias, Religião e Procedências Nacionais da ALERJ convoca a todos e todas para uma audiência pública sobre O ENSINO RELIGIOSO NO RIO DE JANEIRO.




Quem está a par desta “audiência pública”? Certamente grupos islâmicos, como atesta esta imagem abaixo oriunda do Canal Islam Brasil, capturada ontem à tarde. Ela mostra a convocação da comunidade muçulmana para comparecer à audiência, e, claro, exercer pressão. Veja que já haviam 183 muçulmanos confirmando a presença!


Mas o ensino deve ser laico, certo? Bem, parece que existem pessoas que pensam que o ensino deve ser laico apenas para alguns grupos religiosos, porém para outros a lavagem cerebral deve começar na escola!

Onde estão os ateus e agnósticos para defenderem a bandeira a laicidade?

No artigo obrigatoriedade do ensino do islamismo na rede primária e fundamental de ensino eu havia comentado que aparentemente o PL 1780/2011, proposto por alguns deputados federais pseudo-progressistas, havia sido arquivado (na verdade, foi retirado pelo autor). Norequerimento de retirada, diz-se que “se faz necessário promover um amplo debate com o conjunto da sociedade.” Ou seja, na impossibilidade de alterar as diretrizes e bases da educação nacional, algo que precisaria do apoio da maioria do Congresso, a estratégia de obrigar o ensino do islamismo passa a ser pela “porta dos fundos.”

De modo que esta “audiência pública” é parte do jogo.

Mas como implementar esta grande estratégia?

Uma tática é se alinhar com os movimentos negros ou com outras religiões (ou seitas dependendo de como você as vê) como candomblé, macumba, etc, para pedir tratamento especial (neste caso, sem qualquer justificativa histórica), se dizendo ser uma “raça” (mas que raça é o islão?) ou uma religião “minoritária e perseguida” (sem mencionar, claro que 57 países no mundo implementam a lei islâmica de um modo ou de outro), e que as minorias (não-muçulmanos) nestes países são perseguidas.

Uma outra tática seria incentivar a Igreja Católica e os evangélicos e pegar “uma carona” com eles.

Uma terceira é simplesmente é se fazer de vítima, alegar que o islão é mal-compreendido (escondendo o que a Sharia prescreve para as mulheres, gays e não-muçulmamos), ou que existe uma “campanha midiática” contra o islão (sem dizer que a OIC deseja criminalizar, a nível mundial, qualquer análise crítica ao islão), ou se dizer contra o “imperialismo” (sem olhar para a história de imperialismo islâmico e aniquilação de civlizações).

Eu pergunto:

Vocês conhecem a fundo o islão?
Vocês sabem o que é Jihad?
Vocês sabem o que é Sharia?
Vocês sabem que além de ser uma “religião” o islã é toda uma ideologia de vida, que compreende todos aspectos de vida, social, política, etc?

Porque devemos implantar uma ideologia que não faz parte de nossa cultura em detrimento de nossos valores baseados na liberdade e livre-escolha?

A estratégia de islamização passa por um trabalho de natureza política. E, quando a narrativa distorcida e propagandística chega a ouvidos de pessoas que colocam ideologia à frente dos fatos, o campo de ação fica livre.


Vejamos dois exemplos.


Primeiro exemplo, matéria de site jihadista, em inglês, sobre o encontro de representantes muçulmanos aqui no Brasil com a Ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário. Ela, que deve representar e defender os direitos humanos, está aparentemente dando apoio a uma ideologia que repulsa as liberdades e os direitos humanos.

“Conheci hoje cedo a ministra de Direitos Humanos, a Sra. Maria do Rosário Nunes, em seu escritório na capital brasileira, Brasília. Eu dividi com ela os detalhes da nossa campanha MyJihad, e os nossos planos para a implantação no Brasil. Ela fez inúmeras perguntas inteligentes, dando à nossa equipe da "MinhaJihad Brasil" o dobro do tempo previsto e programado, expressando seu apoio, e chamando a nossa campanha de "uma campanha brilhante.”
Agora, vem a parte para o público externo


“Estamos ampliando o nosso alcance para longe e para perto, em uma estratégia inovadora para combater a islamofobia e o extremismo, e colocar os muçulmanos tradicionais na direção de como eles e sua fé são percebidos. Faça Dua para nós e obrigado pelo seu apoio para o nosso esforço de quebrar estereótipos, desafiar tabus, e promover a tolerância e a compreensão mundial. ~ Ahmed Rehab, Fundador da MyJihad, Inc.'''
Vale sempre a pergunta. Se o Senhor Ahmed Rehab está mesmo interessado em “quebrar tabus” e “promover a tolerância” porque ele não começa lavanda a sua roupa suja em casa? Por exemplo, combatendo a conceito de “morte para os muçulmanos que deixam o islão” e o preceito corânico de que o marido pode repreender (espancar) a “esposa rebelde”? Ou talvez, tentar alterar o que a lei islâmica diz ser o papel do Califa.


Puxa, existem tantas coisas onde o islão é tão “mal-entendido” (sarcasmo)


PS. Ahmed Rehab é um membro da CAIR, o Council of American Islamic Relations, que é um dos braços da Irmandade Muçulmana nos EUA.


Mais tarde, ainda durante a sua visita ao Brasil, este senhor Ahmed Rehab se encontrou com dois deputados estaduais no RS, Paulinho Odé e Nelsinho Metalúrgico. Na foto, um deles de mãos dadas com Ahmed Rehab (Facebook). Será que estes deputados sabem que o islamismo é anti-socialista?
 
E ele ainda se encontrou com Tamara Biolo, diretora de direitos humanos do Rio Grande do Sul. No texto, diz-se que ela “ofereceu o apoio para a campanha Minha Jihad Brasil a ocorrer no seu estado” (Facebook).
O que é esta campanha “My Jihad”?

Esta campanha “my Jihad” (minha jihad) é feita nos Estados Unidos e pretende difundir a idéia de que Jihad é apenas uma luta interior para visando se tornar uma pessoa melhor, tipo, perder peso, ou fazer ginástica, ou tomar conta do filho. Na verdade, Jihad possui dois sentidos, um interior (porém com pouco peso por ser muito pouco mencionada no Alcorão), e um exterior, que tem um significado violento (e é preponderante no Alcorão). Eu exploro este aspecto no artigo Jihad, como definida pela lei islâmica.

Este jogo duplo, de mentir ou obfuscar a realidade de modo a beneficiar o islão, é parte da ideologia (doutrina) islâmica e tem um nome: TAQUIA (leia mais sobre taquia neste link).

O fato que organizações islâmicas internacionais estejam planejando fazer esta campanha no Brasil indica apenas uma coisa: o Brasil entrou definitivamente na mira da islamização. Este é um problema sem retorno. Não adianta olhar para o outro lado que ele não irão embora.


E, lembre-se a lei dos números do islão:
1. Quando em minoria dizem “nós somos da religião da paz”
2. Quando em minoria significante, eles exigem tratamento especial
3. Quando em maioria, eles impõem a lei islâmica.


E lembre-se também que os muçulmanos desejam a implementação da Sharia onde quer que eles vivam.


Via: http://infielatento.blogspot.ca/

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